BB promete reabertura de agência no TRT e dá prazo de 30 dias para mandado eletrônico
Fonte: redação da Tribuna do Advogado
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Clara Passi

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As tratativas da OAB/RJ para resolver os gargalos do pagamento de alvarás da Justiça Trabalhista pelo Banco do Brasil seguem a pleno vapor. Nesta segunda-feira, dia 8, uma comitiva da entidade intermediou um encontro do presidente do TRT/RJ, José da Fonseca Martins Junior, com o superintendente regional do banco, Claudio Gomes, na sede do tribunal na Avenida Antonio Carlos. O banco firmou o compromisso de reabrir uma agência numa instalação do TRT a ser definida e de finalizar a implantação do alvará eletrônico na Justiça do Trabalho em até 30 dias. A medida representará um ganho de agilidade no recebimento dos valores das causas.

Estiveram presentes à reunião o procurador-geral da OAB/RJ, Alfredo Hilário; o presidente e a vice da Comissão de Justiça do Trabalho da Ordem, Sérgio Batalha e Clarissa Costa; o presidente da Caarj, Ricardo Menezes; e o vice-presidente da Associação Carioca de Advogados Trabalhistas, Alexandre Bastos. Os advogados expuseram as principais queixas da classe em relação ao banco: a dificuldade de conseguir informações precisas sobre os alvarás em outras agências do BB e a burocracia envolvida na ordem de mandado de pagamento tal como é feita hoje.
A intenção do banco de reabrir as agências foi saudada pelo presidente do TRT, que se comprometeu a informar sobre a disponibilidade de espaços físicos nas sedes da Justiça Trabalhista.
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“Conseguimos, finalmente, unir o tribunal e o Banco do Brasil no sentido de restabelecer um posto de atendimento na Justiça do Trabalho, seja na Rua do Lavradio ou na Rua Gomes Freire. Será um posto só, num espaço menor. O banco manifestou concretamente a intenção de voltar, a presidência aceitou e os dois ficaram apenas de viabilizar o espaço. Será uma conquista importante para a advocacia o retorno do Banco do Brasil para a Justiça do Trabalho, pois vai facilitar o recebimento dos alvarás, com solução rápida para os problemas que eventualmente surgirem”, afirma Batalha.